Anatomy of a Book - Along Came a Spider

Finally I've finished the book "Along Came a Spider" a thriller with the detective Alex Cross by James Paterson [it was also adapted to film - and the main character - Alex Cross was played by Morgan Freeman - you can watch the trailer here].

It took a lot more to read than I was expecting!

Book cover
This is my short review I wrote in Goodreads

Along Came a Spider (Alex Cross, #1)Along Came a Spider by James Patterson
My rating: 4 of 5 stars

This is was my first time reading James Patterson. I enjoy it. But at the same time it was constant struggle to keep reading the book. Not because of the written, neither because of the story itself. But because I've seen the movie and kept comparing both things.

I think if I've read the book before watching the movie I wouldn't like the movie. The story of the movie is way more simple and kind of straight forward than the book. The story line and characthers are much more complex.

From the detective Alex Cross, to his family, from the Gary Soneji (the kidnapper of Maggie Rose) to the charecther of Jezzie Flanagan (Secrect Service supervisor), all the characthers have side stories, some even secret agendas. It's a great thriller.

I'll be for sure keep reading more Alex Cross thrillers.


View all my reviews

Back in 2011 I have made a small review from Kiss the Girls which is also inspired in James Patterson thrillers book with Alex Cross character.
For some reason I've never reviewed the Along Came a Spider.
I'm looking forward to read the rest of the Novels about Alex Cross, though I don't picture the character as Morgan Freeman when I read it. I might have to re-watch the "Kiss the Girls" to see if I connect it more with the character.

From what I recall from the Along Came a Spider as movie, the character of Alex Cross (Morgan Freeman) is the main point in the plot (nor in the book, but in the book most of the chapters are told in the first person by Alex Cross himself). But though I really like the movie and the story, I've always felt there was something missing in some part of the stories, some parts that didn't make much sense, and know that I've read the book I know why.

Bites & Bits of my week


This week was mix between busy week with a few relaxing moments at the same time.


Between custom notebooks - from sketches until almost the final product, through orders of address books and planners.


I love it. I just need to adjust a few things for this to perfect.


And that means get a routine. Yeap it's an old story around here. Get routine, do things, draw a lot, and sell a lot too. Among other things. I hope this month of August I can finally get into that.


Take advantage of my time and put up another store on etsy with a few things my grandma does. I've been promising that for a while now, and I haven't made it.



I've been reading a lot lately, and also care about book in general. That, for some reason, lead me to find a lot of youtubers who review books... I didn't even know that existed! Most of them are teenagers, but hey it's entertaining listening what they have to say.


For some reason I thought it was about time to organise my digital books... Yeah, it has been all weekend around it. Now I only have the one I really want to read, but still they need to be better categorized. Oh boy here I go again to that.

All photos of this post were took by me - can be seen originally in my instagram.

Bites and Bits of my Summer 2014

 Há mais de um ano que não posto consistentemente neste espaço. Esta semana apeteceu-me mudar isso.
Aqui ficam algumas coisas que recentemente tenho feito.


Com a Nuts for Paper e a Casa d'Amendoeira fizemos uma segunda exposição. Quase um ano depois da primeira, a comemorar o nosso primeiro ano de Nuts for Paper. Criámos um espaço como se fosse uma sala. Fizemos almofadas, sacos, pintámos peças de cerâmica e muitas outras ilustrações originais! 

[foto da organização da Feira das Almas]
No segundo aniversário da Feira das Almas estive por lá com a Nuts for Paper. Um fim-de-semana mega cansativo com música a bombar durante o dia todo e muitas horas em pé com um calor acentuado. Mas valeu a pena! Conhecemos pessoas que seguem o que fazemos e que nunca tinhamos conhecido, conhecemos outros artistas... eu até trouxe alguns prints absolutamente fantásticos de outros artistas. Agora por isso... ainda não os pendurei nas paredes do meu quarto!
 Workshop de Feltragem com a Maria Filipe da The Fabulous Creations of Maria Filipe Castro | Workshop na Casa d'Amendoeira | [fotografias © Casa d'Amendoeira] - Eu estou na última fotografia do lado direito a fazer bolacinhas de feltro.


Projecto das Bolachas | Workshop de Feltragem com a Maria Filipe da The Fabulous Creations of Maria Filipe Castro | Workshop na Casa d'Amendoeira  [fotografias © Casa d'Amendoeira] - E no final do workshop, como era o aniversário da Casa d'Amendoeira até tivemos direito a um cupcake... É claro que o do monstro das bolachas tinha que ser eu a comer... não fosse eu uma verdadeira monstrinha no que toca a comer bolachinhas com pepitas de chocolate.


Montra da Casa d'Amendoeira desenhada por mim e com type desenhada pela Catarina como Nuts for Paper. Eramos para dar um workshop em que a bicicleta seria o mote, mas depois pensámos melhor e adiámos para Setembro. 


Acabei este trabalho de design e ilustração para a Inês Fonseca da Creatureshire. Brevemente partilho no Behance e no meu blog de desenho o processo desde o desenho ao produto final!

No início do ano desafiaram-me para irmos ao Optimus Alive (agora NOS Alive), mal sabia no que me ia meter. Estava um calor ATROZ! Ao ponto de chegar ao festival e já ter bebido um litro e meio de água!
Estava tudo doido para ir ver Arctic Monkeys e Imagine Dragons, de tal maneira doido que só não subiam pelo palco acima e encavalitavam-se uns em cima dos outros porque havia gradeamento e seguranças à volta do palco e espera... houve em todos os concertos malta às cavalitas dos outros.

Juntámo-nos um grupinho (faltam aqui duas pessoas... epah que me desculpem mas é que não me gosto de ver nas outras fotos em que por acaso estamos todos... e como provavelmente nem vem aqui ao blog estou desculpada por ignorância de terceiras partes) [foto tirada pelo Ivo]


Eu e as caras (aparentemente parvas) que faço a comer... queques ou melhor um queque de chocolate. [foto tirada pelo Ivo]



E não há só um registo disso, são logo dois!! E com o mesmíssimo queque! [foto tirada pela Cris]

Tive pena de não ter ido ver ao palco Heineken o concerto do Noiserv, fiquei a ver Ben Howard no palco principal e tirando uma mísera música que conhecia melhor o resto do concerto deu-me sono. Felizmente os The Lumineers encheram o palco com boa música e boa disposição. A partir daí foi sempre a subir com Imagine Dragons a pôr a malta toda a cantar, Interpol com grande som e o piece de resistance - os Arctic Monkeys!


[foto tirada pelo Ivo] Que tem à vontade mais um palco do que eu em altura. Concertos em locais direitos não dá para quem é baixinho. O que me valeu foram os ecrãs e as abertas entre as pessoas.

Quem não aguentou nem um quarto dos concertos foram os meus pézinhos e as minhas costas. Tantas dorzinhas de pés de estar parada no mesmo sítio. Nem mesmo com calçado confortável fiquei confortável muito tempo. Cheguei ao final da noite com as calças num estado empoeirado que parecia que tinha andado a rebolar na terra. Eu só estive sentada na terra... porque o asfalto e a falsa relva estava ocupada!!

Conclusões que retirei desta minha primeira ida a um festival, não vale a pena ir muito cedo, tens filas para entrar e se está muito calor, apanhas calor na fila, apanhas calor enquanto esperas (e desesperas) para que os concertos comecem, especialmente se for um festival de rua e com palcos sem sombra. Quanto mais à frente tentas estar, mais apertada ficas, menos espaço para sentares tens, e menos vês... Outra conclusão, a fauna local dos festivais são uns porcos que atiram garrafas e copos de plástico o que é terrível para andar, especialmente quando se tem as pernas entorpecidas e está tudo escuro. Tirando isso até foi um dia bem passado.


[foto tirada pela Catarina] Estas sãos as nossas caras de quem veio da festa. Estávamos todos ressequidos e cheios de sede a apanhar o fresquinho da noite!

É claro que no dia a seguir não me apetecia sequer sair de casa, mas até saí. Fui substituir o meu tablet avariado e sem arranjo por um novo. Um Acer Iconia B1, super catita, fácil de transpostar com uma risquinha azul, um miminho! Mais rápido e potente que o anterior. Ainda não o larguei.

No sábado ou tinha ficado em casa a procastinar (e era o que me apetecia quando me levantei) ou ia dar uma curva. Fui a Lisboa. Já algum tempo que estava para fazer um workshop na Casa Nic e Inês, quando soube que iam fazer um com a Yara Kono como convidada pensei logo, é agora!
O tema do workshop era o Álbum Ilustrado, e depois fizemos um pequeno exercicio de fazer um pequeno album ilustrado. Eu escolhi uma história verídica que me aconteceu quando era pequena.
Assim que acabar os desenhos mostro tudinho!


Foto tirada pela Casa Nic e Inês
até breve!
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Love what you o

” The only way to do great work is to love what you do. If you haven’t found it yet, keep looking. Don’t settle. As whit all matters of the heart, you’ll know when you find it.” 
- Steve Jobs

she wanted words

Kate Moss Sketch (091/365) from a outra mafalda


She wanted words I couldn't give her. Why she wanted a word? Phrases? Weren't my actions the prove enough? Telling her the words would mean let her in, without no further barriers. Whispering sweet little lies in her ear was not longer enough... she wanted us to be one (such romantic idea). But to be one, I wasn't ready to give up of  my individuality, my freedom or free will. To tell her the words was the beginning a prison of words and commitment, that I wasn't sure to want to start... (with her).

I'll keep doing my thing



Estou a ter um momento de f*ck the world!

Há dias e momentos que parece que só existem obstáculos e mais obstáculos. Por muito que uma pessoa queira manter o espírito aberto e positivo há sempre algo ou alguém a fazer cair-nos no buraco.

(é em momentos destes que passo de uma melancolia absurda a raiva cega com picos alternados de apatia -mas desistir é que não faz parte dos planos!).


On being more naive and simple-hearted

“As a general rule, people, even the wicked, are much more naïve and simple-hearted than we suppose. And we ourselves are, too.”
 — Fyodor Dostoyevsky, The Brothers Karamazov