Now and then I think of when we were together
Like when you said you felt so happy you could die
Told myself that you were right for me
But felt so lonely in your company
But that was love and it's an ache I still remember
You can get addicted to a certain kind of sadness
Like resignation to the end, always the end
So when we found that we could not make sense
Well you said that we would still be friends
But I'll admit that I was glad that it was over
But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need that though
Now you're just somebody that I used to know
Now you're just somebody that I used to know
Somebody That I Used To Know
pensamento do dia
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| Monkey needs friends |
pensamento do dia: elas não matam, mas mõem. Eu, euzinha, que nunca tive um cabelinho branco, só nas ultimas semanas tenho-os achados aos pagodes (pronto foram só uns 3 ou 4), ali resplandecentes e branquinhos!! Eu podia dizer que estou a ficar velha, mas nos meus (quase) 23 anos isso seria ridículo... por isso fico-me pela teoria de que estes sustos, que tenho apanhado no último ano, me tem dado a volta à cabeça... e mais concretamente também, ao cabelo.
às vezes ponho-me a pensar
A vida é feita de altos e baixos, dito assim é apenas mais uma verdade banal, não passa disso. Julgo que durante anos a minha vida foi uma espécie de limbo, onde os baixos eram banais (à luz de hoje), consequentemente os altos também. Esta incapacidade para diferenciar os momentos altos dos baixos também poderão estar correlacionados com o facto de por vezes ser demasiado exigente comigo e com a vida.
Mas devaneio. Neste momento estou numa situação em que me encontro dividida, se por um lado estou a fazer coisas de que gosto e com as quais me sinto realizada, por outro a saúde das pessoas que me estão mais próximas encontra-se na corda bamba.
E é tão fácil esquecermos a idade dos outros, acharmos, acreditarmos até (tal qual uma criança) que eles são invencíveis, que o tempo não os gasta, que não vacilam, que não tem dúvidas e medos. Quando menos esperamos levamos uma bofetada da realidade e descobrimos que os nossos pilares são pessoas (como nós), que vacilam (como nós), que sentem (como nós), que choram (como nós), e que precisam de nós (tal como precisamos deles).
Com o crescer aprende-se a ver a família com outros olhos, por vezes com espanto, outras com estranheza. Mas dou me conta que o custa mais a descobrir é que eles são frágeis, que erram e que envelhecem; e o que a idade lhes trás, nem sempre é fácil de aceitar.
Tenho estado um pouco fora daqui (sendo este aqui o blog, a internet, o que costumo fazer normalmente). Entrei em modo de (quase) clausura em que tenho estado de volta da minha avó.
Pelo meio disto tudo, e para manter alguma sanidade mental, tenho pintado e recuperado alguns desenhos antigos (e outros novos) - que poderão ver no Scribbling Drafts. Pouco mais tenho feito... e sei que isto não pode arrastar-se desta maneira para sempre (de momento não vejo outras soluções).
Mas cada coisa a seu tempo e um dia de cada vez....
pensamento sobre as mulheres
"Só quando os homens chegam a uma certa idade é que podem dizer com certeza que as mulheres são melhores do que eles em tudo - mesmo na bola, a carregar pianos, a lutar com jacarés ou nas outras coisas em que ganhávamos quando éramos mais novos e brutos e fortes.
Quando se é adolescente, desconfia-se que elas são melhores.
Nos vintes, fica-se com a certeza.
Nos trintas, aprende-se a disfarçar.
Nos quarentas, ganha-se juízo e desiste-se.
Nos cinquentas, começa-se a dar graças a Deus que seja assim.
Os homens que discordam são os que não foram capazes de aprender com as mulheres (por exemplo, a serem homenzinhos), por medo ou vaidade ou estupidez.
Geralmente as três coisas.
Desde pequenino, habituei-me que havia sempre pelo menos uma mulher melhor do que eu. Começou logo com a minha linda e maravilhosa mãe, cuja superioridade - que condescendia, por amor, em esconder de vez em quando - tem vindo a revelar-se cada vez mais. As mulheres são melhores e estão fartas de sabê-lo.
Mas, como os gatos, sabem que ganham em esconder a superioridade.
Os desgraçados dos cães, tal como os homens, são tão inseguros e sedentos de aprovação que se deixam treinar.
Resultado: fartam-se de trabalhar e de fazer figuras tristes, nas casas e nas caças e nos circos.
Os gatos, sendo muito mais inteligentes, acrobatas e jeitosos, sabem muito bem que o exibicionismo vai levar à escravatura vil.
Isto não é conversa de engate. É até um tira-tesões. Mas é a verdade. E é bonita."
- Miguel Esteves Cardoso
via Galeria Portuguesa
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